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Fotografia analógica

Viagens

Lisboa em 35mm

June 19, 2020

Falei neste post que o próximo seria sobre a visita à Lisboa, mas surgiu uma quarentena no meio do caminho e não tinha muito clima para postar sobre viagens. Estas fotos foram feitas no início de fevereiro, durante a pequena road trip que fizemos entre Portugal e Espanha no último inverno. Fotografei um filme inteiro em um dia, coisa que nunca tinha feito antes. Foi uma delícia passear com calma pela capital portuguesa num dia nublado. O friozinho estava na medida, tudo que precisávamos para subir e descer as ladeiras de Lisboa sem muito sofrimento. No dia seguinte, minhas panturrilhas estavam doloridas, pois não trabalhamos com ladeiras em Amsterdam.

Meu desejo de visitar Lisboa nasceu quando eu ainda estava na universidade e peguei uma disciplina chamada Romantismo Português durante um curso de verão. Viajei para lá por meio da literatura primeiro e ficava sonhando com o dia que eu visitaria de fato a capital portuguesa. Demorou bastante para esse dia chegar, mas chegou e tudo me pareceu muito familiar, era como se eu realmente já tivesse estado ali.

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Cotidiano, Viagens

Reconectar-se

April 3, 2020

O bom de se mudar é que você tem que reorganizar todas as suas coisas. Em março, fez um ano que a nossa mudança chegou e eu passei esse último ano arrumando a casa inteira. Desempacotei todas as caixas, limpei, lavei, organizei, doei e joguei fora um bocado de coisas. No meio dessas reorganizações, encontrei uma pen drive com fotos analógicas de 2013 e 2014 que eu não salvei no Lightroom.

Não sei que filme é esse, só sei que a câmera usada foi a Ricoh 35ZF. Tem fotos de uma viagem pra São Paulo, em março de 2013 e as primeiras fotos de Kiev que marido fez logo que ele chegou, em agosto de 2014. Foi o primeiro filme revelado em Kiev e um dos primeiros posts do blog tem foto desse filme.

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Cotidiano, Viagens

Inverno em Preto e Branco – 35mm

February 29, 2020

Tem tempo que a Amélie não aparece por aqui, então resolvi começar logo esse post com esse retrato dela. Ela adora livros, cadernos, papéis. Acho que é porque ela sempre ficava comigo quando eu estudava pra concursos e ainda não tínhamos adotado a Lola. Uma verdadeira nerd.

Depois que revelei o filme de Paris, coloquei um Kodak Tri-X 400 na câmera porque acho que o inverno combina com preto e branco. Dei muita sorte de ser presenteada com uns dias de névoa que eu amo e saí inspirada para fazer as fotos abaixo apesar do frio.

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Viagens

Paris em 35mm

December 20, 2019

No início desse mês, pegamos o trem rumo à Paris para encontrar um amigo que ficou entre os finalistas do Mobile Film Festival e recebeu uma ajuda de custo da organização do festival para participar da cerimônia de premiação. O tema desse ano era “Act NOW on climate change” e os participantes deveriam enviar um filme de um minuto feito com celular. David Murad foi o único participante do Brasil entre os 50 filmes selecionados e foi o segundo mais visto durante o período de apreciação pelo público.

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Viagens

Road Trip Riviera Francesa

November 16, 2019

No final de setembro, partimos para uma road trip sem planejamento rumo à Riviera Francesa. A única certeza que tínhamos é que queríamos sol e praia. Nosso companheiro de road trips veio passar uns dias em Amsterdam para depois pegarmos a estrada. Foi a primeira vez que viajamos sem planejar nada. Fomos decidindo tudo no caminho: que cidade parar para dormir, hotel e tal. A previsão do tempo em Nice indicava sol e calor nos dias definidos para a viagem, então resolvemos não ficar parando em várias cidades no caminho para chegar logo na praia.

Na ida, jantamos na região de Champagne (e bebemos champagne, lógico!) e dormimos no Fórmula 1 de Dijon. Estava tudo limpo e tal, mas o banheiro era compartilhado e fora do quarto. Ainda bem que foi só pra dormir mesmo. Tomamos café da manhã num lugar fofo chamado Morning Glory (Need a little time to wake up) e demos uma voltinha pela cidade antes de pegar a estrada de novo.

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Cotidiano, Kiev

Museu Pirogovo em Analógica

August 29, 2019

Recentemente, a Taís postou sobre a visita dela ao Museu Pirogovo e, enquanto editava umas fotos antigas, passei por essas fotos do Pirogovo em analógica que nunca postei aqui. Não tinha gostado do resultado na época, mas depois de fazer o workshop com a Nikki, resolvi dar uma editada nessas fotos e fiquei mais satisfeita.

Perguntei se a Nikki editava as fotos analógicas dela e ela disse que sim, porque às vezes as fotos estão lavadas demais e precisam de um tapa no contraste. Eu era meio purista e achava que as fotos analógicas não deveriam ser editadas. Aquele tipo de limitação besta que a gente impõe a si mesmo, sabe?

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Cotidiano

Tag: Sunshine blogger award

January 10, 2019

A Ba me indicou essa tag em agosto do ano passado e acabou entrando na fila dos rascunhos. Como o ano está começando (aliás, feliz ano novo!), acho que é um bom pretexto para passar esse post na frente dos outros. Ainda estou me adaptando às mudanças da nova versão do wordpress e estou achando tudo bem esquisito… Mas vamos lá:

Algo que você gosta de fazer todo dia.

Tomar café da manhã assistindo vídeos no celular.

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Cotidiano

Registros Analógicos

September 12, 2018

Fotografar com filme é uma experiência completamente diferente de fotografar com câmera digital e há algum tempo a saudade dessa experiência bateu em mim e eu resolvi colocar um filme na câmera e ver no que ia dar. Meu amor pela fotografia está muito ligado à fotografia analógica porque ele nasceu quando eu comecei a fotografar com a Olympus Trip 35 em 2007 (contei melhor nesse post aqui). Eu não fotografava com câmera analógica há MUITO tempo e não sabia se ainda lembrava como era mexer em tudo. Resolvi pegar uma câmera sem fotômetro só pra ser mais emocionante mesmo e claro que várias fotos saíram superexpostas.

A câmera usada foi uma Ricoh 35 ZF que tem um funcionamento similar ao da Olympus Trip 35, especialmente em relação ao foco que você meio que tem que adivinhar a distância do que você quer que esteja no foco. Esse é outro ponto que eu errei bastante e perdi algumas fotos. Mas faz parte de toda a experimentação e o fato de não ter um foco cravadão, é algo que me atrai bastante nessas câmeras porque contribui muito pra essa estética meio de sonho que eu procuro na hora de criar imagens.

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Cotidiano

Tag: Apaixonada por fotografia

August 10, 2015

Estamos viajando, mas deixei esse post agendado para não ficar tanto tempo sem atualização. Vi essa tag no blog da Bárbara e achei bem legal, por isso resolvi responder para vocês saberem um pouco como começou a minha paixão pela fotografia. Vamos às perguntas:

1 – Com quantos anos você teve sua primeira câmera fotográfica?
A minha primeira câmera fotográfica foi surrupiada da minha mãe. Aos 26 anos, fiz um curso de fotografia básica e resolvi pegar a Olympus Trip 35 que estava encostada na estante. Comprei um filme e mandei ver na primeira aula prática do curso e me apaixonei pra sempre. As fotos digitais eram feitas com uma cybershot do marido (que na época era namorado) e nós dois usamos a mesma câmera para fazer o curso. Quando terminamos, marido resolveu comprar uma DSLR, a Nikon D40 com a lente do kit e nós dois fotografávamos com ela. Em 2008, ele foi para Nova York e eu pedi pra ele comprar pra mim uma Nikon D40 com uma lente 18-135mm e essa foi a primeira câmera digital que pude chamar de minha mesmo, comprada com o meu dinheiro.

2 – Prefere fotografar ou ser fotografada?
Prefiro fotografar. Fico meio sem graça quando sou fotografada. E normalmente, só o marido acerta tirar fotos minhas porque ele consegue captar meu melhor ângulo.

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Kiev

Kiev em analógica

June 10, 2015

Estava eu aqui revendo umas fotos antigas e me deu muita saudade de fotografar em filme. Tem muito tempo que eu não pego uma câmera analógica para fotografar e quero ver se eu ainda manjo dos paranauê. Eu gostava muito de fotografar com a Olympus Trip 35 que afanei da minha mãe. Mas ela começou a travar e eu a deixei de lado. Daí eu fotografei bastante com a Diana Mini quando houve aquela febre das lomos. Provavelmente voltarei a fotografar com ela, pois foi uma das sobreviventes da mudança. “Mas o que aconteceu na mudança?”, calma que eu te explico. A caixa onde estava a nossa coleção de câmeras chegou completamente molhada, então acho que boa parte delas não funcionam mais. Quer dizer, elas podem até funcionar, mas pode ser que saia umas coisas bem experimentais porque as lentes chegaram sujas e manchadas. Como a dianinha é de plástico, não creio que a maresia tenha afetado o funcionamento dela.

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