Primeiramente, quero dizer que adorei saber todas as histórias de vocês com Polaroids no último post. Eu realmente não esperava receber comentários tão incríveis. Muito obrigada por compartilharem essas histórias porque eu me diverti muito lendo. Fiquei curiosíssima pra ver todas essas polaroids e imaginando o que foi feito delas. Feitos os devidos agradecimentos, vamos ao post depois de 2 meses sem postar nada por aqui.
Sigo com meu projeto analógico e essas são as primeiras fotos que fiz com um filme Kodak Portra 160 120mm. Peguei a Kiev 88 que estava encostada e parti para essa aventura analógica sem nenhuma garantia de que alguma foto daria certo. O filme expirou em abril de 2012, a câmera não tem fotômetro e eu usei um fotômetro soviético que atendeu bem, está funcionando direitinho. Já esse back da câmera está vazando bastante luz, então terei que testar os outros e descobrir se estão ok.

Dessa vez, levei o filme para revelar em um outro laboratório, mais perto da minha casa e não pedi para escanear porque queria fazer isso em casa. O scanner estava morando na casa da Paula porque não tinha lugar pra ele aqui em casa, mas depois que resolvemos não ter mais quarto de hóspedes e meu escritório passou a ser na sala, arrumei um espaço para ele. Ainda estou me entendendo aqui com o ajuste das cores, mas pra uma primeira experiência, acho que está bom. Depois faço mais testes com o software Silverfast 9.

Meu aniversário caiu num belo domingo de sol e a comemoração foi a dois num picnic no fim da tarde. Esse ano os encontros foram bem mais restritos do que no ano passado por conta do famigerado vírus e eu ganhei de presente a primeira dose da vacina no final de junho. Teve um dia que fomos à praia andar na areia, molhar os pés na água gelada e renovar os estoques de vitamina D. Voltei a correr em junho e o projeto fitness está dando resultado. Já eliminei os quilos adquiridos na pandemia e alguns gramas adquiridos antes dela.


Em julho, tomei a segunda dose da vacina e passei malzão por um dia e meio. Não quero nem saber como é pegar a doença de fato, por isso sigo com encontros limitados e usando máscara em locais fechados. A onda de calor não deu as caras esse ano e o máximo que a temperatura chegou foi a 27 graus em pouquíssimos dias. Não que eu esteja reclamando, já que o calor abafado dessa cidade é bem desconfortável. Mas não vou mentir que senti falta de nadar um pouquinho. Fica para o próximo verão.

Quanto à bike, agora que estou mais familiarizada com a cidade e sei pegar caminhos melhores do que os que o google maps me recomenda, estou ganhando mais confiança para pedalar por aí sozinha. Saí algumas vezes, mas preciso me aventurar mais. Espero melhorar esse aspecto agora no outono. Estou terminando de fotografar um rolo de filme 35mm e espero não ficar tanto tempo sem postar de novo. É que o verão dura pouco e a prioridade era aproveitar o máximo possível.
Me contem de vocês, já vacinaram? A quantas anda o novo anormal por aí?



