Conforme comentei no último post, resolvi escanear uns instantâneos antigos e compartilhar aqui. Já que vocês gostaram do post sobre a Polaroid e o Impossible Project, achei que vocês poderiam curtir a saga em busca do instantâneo perfeito até chegar à Polaroid de fato. Quando meu respectivo e eu começamos a fotografar, não tinha mais filmes da Polaroid disponíveis no mercado, mas tinha os filmes da Fuji e nós chegamos a fotografar um pouco com eles até comprarmos os filmes do Impossible Project.

As fotos acima foram feitas com a Fuji Instax Wide que eu comprei durante uma viagem para Los Angeles porque estava na promoção e vinha com um pacote grátis desse filme com decoração nas bordas. Usei todos os filmes do pacote e depois nunca mais fotografei com essa câmera. Acho ela muito grande, tem que usar 4 pilhas e não gosto dos tons dos filmes instantâneos da Fuji, daí acabei não comprando mais. Agora ela faz parte da nossa coleção de câmeras.


As duas fotos acima foram feitas pelo meu respectivo. A “Bar do Orkut” (risos) foi feita com a Diana que tinha a opção (não sei se ainda tem) de usar um adaptador que dava pra usar os filmes da Fuji Instax mini. Desconfio que essa foto é de 2011, mas não tenho certeza. A foto seguinte foi feita com um filme do Impossible Project com direito a defeitos especiais. Não tenho certeza se foi em São Paulo, então se tiver algum paulista que reconheça esse local, manifeste-se nos comentários por gentileza. 🙂

As últimas quatro fotos foram feitas com filmes novos da Polaroid para o meu projeto analógico. Muitos erros foram cometidos porque ainda estou tentando me entender com filme e câmera. De cara eu perdi quatro filmes na hora que carreguei o cartucho na câmera porque apertei o disparador sem querer. Cabe aqui o famoso meme “cuidado com a burra!”. Vários euros perdidos aí nessa brincadeira, já que um pacote de Polaroid custa caro. Mas errar é o mano, então segue o baile. A foto acima: fora de foco.


Fiz as fotos acima no outono e logo descobri que não é uma boa ideia fotografar com Polaroid no outono por motivos de: ISO 160 e pouca luz. Pelo que pesquisei, o frio também faz diferença nos químicos do filme. Por fim, foto de paisagem fica uma bela de uma porcaria como vocês podem perceber na foto acima. Os pontinhos brancos na água eram patos ou cisnes (meus conhecimentos de fauna e flora são limitados, sorry).

A foto acima é a única que prestou conforme eu contei aqui. Mas dessa vez fui esperta: fiz uma foto com a câmera digital primeiro pra ver se ia dar pra fotografar com a Polaroid dentro de casa. Fiquei bem feliz que essa foto saiu porque essas tulipas foram um pedido de desculpas da minha vizinha por conta de um vazamento que veio do apartamento dela.
Alguém fechou acidentalmente algum registro do aquecedor e a água transbordou gerando uma pequena cachoeira dentro do meu quarto. Era um belíssimo dia de neve e eu tive um bocado de trabalho para secar aquela água toda. Ainda bem que o problema foi resolvido no mesmo dia. Achei fofo o gesto dela de trazer o buquê no dia seguinte e quis eternizar as flores que murchariam em poucos dias.
Ainda não comprei novos filmes (cheguei a reservar, porém nunca obtive resposta), mas espero errar menos das próximas vezes. A câmera que usei não tem flash, então é um pouco mais complicado fotografar com ela. Espero que tenham gostado das minhas memórias registradas em instantâneos e que não cometam os mesmos erros caso queiram se aventurar com os filmes da Polaroid.



